COMO CAMINHAMOS / NOSSO SENTIDO / NOSSOS FUNDAMENTOS / NOSSA UTOPIA
NOSSO SENTIDO
UMA UTOPIA CRÍTICA E COTIDIANA DA VIDA
O OPOCA é uma instituição que se organiza em comunidade para pesquisar, aprender, imaginar, criar e atuar coletivamente na construção de caminhos que fortaleçam a democracia e contribuam para a superação das desigualdades e dos silenciamentos culturais, econômicos, políticos e sociais.
Por meio da cultura, da educação, da pesquisa, do cuidado e da participação, buscamos produzir e compartilhar conhecimentos, fortalecer vínculos e fomentar experiências comprometidas com a afirmação da vida humana, ecológica e comunitária.
NOSSOS FUNDAMENTOS
CONSTRUÇÃO DE JUSTIÇA COGNITIVA
Para o OPOCA, a produção de conhecimentos nascidos das gentes e de suas experiências sociais, desloca o sentido da produção do saber, integra o cruzamento de vários saberes e representa um projeto social e político de transformação das relações sociais enquanto postula um projeto epistêmico e metodológico alternativo de elaboração de conhecimentos que é, por fim, um fundamento e uma formulação para a construção de justiça social.
Este processo é a base para a construção de democracias e é com este objetivo que o Observatório Popular Cidade do Anjo atua para o desenvolvimento de um caminhar nascido das gentes, dos saberes e das práticas de saberes do cotidiano para qualificar em comunidade e de maneira compartilhada as compreensões sobre as realidades e sobre as ações capazes de possibilitar alternativas e superar as violências políticas e culturais que afetam os diversos âmbitos da vida humana em São Miguel Arcanjo.
NOSSA UTOPIA
ANDA POR TUA CIDADE
É uma utopia crítica e cotidiana da vida que pretende construir alternativas às realidades que produzem violências, desigualdades e a negação da dignidade humana, ecológica e comunitária.
Um ato político que reconhece o impacto de suas ações e responde cotidiana e coletivamente entre a gente e com as gentes a exigência de justiça, com pretensão de justiça, diante de um real que produz, reproduz e desenvolve perversidades.
É a experiência imediata, presente e comunitária, imperfeita, contraditória por vezes, sempre melhorável. É a emergência do que será o sistema alternativo ao que estamos sofrendo em um futuro que não se antecipa, mas que se vive cotidiana e pedagogicamente.
Contrariando a etimologia da palavra, é aqui o lugar da utopia: no presente, crítica no cotidiano e do cotidiano, onde a gente, a nossa gente vive e permanece viva impulsionada pela vontade de viver.
PEDAGOGIA DO COTIDIANO
A VIDA ACONTECE NA CIDADE E EM SEUS TERRITÓRIOS
Dos encontros, das relações comunitárias, dos saberes populares, das expressões culturais e dos conhecimentos científicos críticos, buscamos compreender a realidade, suas potencialidades, contradições e violências. Por meio do diálogo entre diferentes formas de saber, produzimos conhecimentos, fortalecemos a capacidade coletiva de interpretar o mundo e construímos caminhos para afirmar a vida humana, ecológica e comunitária.
PEDAGOGIA DA UTOPIA
O COTIDIANO, ASSIM COMO NÓS, É UM ESPAÇO PRIVILEGIADO DA UTOPIA
A partir da crítica das realidades que produzem e reproduzem violências, desigualdades e a negação da dignidade humana, ecológica e comunitária, e da capacidade coletiva de imaginar e construir alternativas, experimentamos o novo e criamos caminhos para afirmar a vida. Com ações coletivas, participação popular e a responsabilidade ética de andar pelo mundo e responder aos desafios do nosso tempo, transformamos desejos, necessidades e possibilidades em experiências concretas de transformação da realidade.
RODAS DE ENCONTROS
EDUCAÇÃO, COTIDIANO E CIÊNCIA
As Rodas de Encontros são espaços de diálogo, debates e de estudos, formais ou informais, para o exercício de uma ecologia cotidiana de saberes e para a produção de conhecimentos em que a ciência humana ou social crítica se integra, articulada ou organicamente, à reflexão prática, aos saberes e aos conhecimentos das comunidades envolvidas.
Nesse processo, o exercício das Rodas de Encontros terá duas tarefas prioritárias: a) a crítica científica da eticidade vigente (seja norma, ato, instituição ou sistema), como o momento negativo ou de razão crítica desconstrutiva e; b) a projeção criativa, que é a função crítica em seu momento positivo e a própria postulação para a superação das violências e para experimentação de alternativas às realidades.
PARA APROFUNDAR
TODOS OS NÚCLEOS
→ REDE POPULAR DE SABERES, PRÁTICAS, CONHECIMENTOS E CUIDADO
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTOS
QUEM SOMOS
COMO CAMINHAMOS

